:: CHInewsKI Online - Edição nº 39 - Rio de Janeiro, 1 de Fevereiro de
2002::
Zap TV
Laila saiu do trabalho. Ficou numa esquina da rua do Ouvidor onde havia movimento, onde sempre esperava seu namorado a buscar. Hoje iriam comemorar um ano de casados. O relacionamento não era tudo que esperava, mas o amava e por isso aceitava tudo que fazia, inclusive seus eternos atrasos para busca-la. Sempre dizia que era trabalho, mas ela sentia o cheiro de bebida e o perfume barato nele. Nem podia tomar um chope com as amigas da loja, porque ele a vira uma vez fazendo isso e os hematomas demoraram uma semana para ficarem menos óbvios em seu rosto e coxas.
Trim.
-Alô.
-Oi , amor? Tudo bem?
-Ta tudo bem. Você vai demorar muito para chegar?
-Olha, amor, minha mãe teve um problema e vou leva-la ao hospital agora.
Pega um táxi e se encontra com a gente no hospital.
-Mas hoje é nosso aniversário de....
-Porra, é minha mãe, caralho! O que você acha que eu tava fazendo? Comendo uma puta? Vai lá, te espero no Quinta'Dor.
-Tá, desculpa, eu só queria....
-Tá bom, porra. Eu chamei um táxi pra você já, ele deve estar chegando por aí agora. Isso é pra você não dizer que não penso em você.
-Brigado, amor.
-Ta bom, peraí, minha mãe ta gemendo de dor. Tchau, a gente se vê la.
Desligou.
Guardou um dinheiro no sutiã. O lugar era movimentado, mas não de todo seguro. Preferiu prevenir. Estava com cheiro de chuva, devia estar chovendo por perto.
O táxi chegou.
-Laila? - disse o motorista, abaixando o vidro fume.
-É.
-Pode entrar.
Um carro grande, não sabia qual, nunca entendeu muito disso. Entrou. O motorista era bem mal encarado, com uma barba por fazer e de boné. Era raro ver isso, um boné bem sujo e furado. Ele deu uma arrancada forte, correndo logo de saída uns cem quilômetros por hora, cortando todos os sinais fechados.
-Você ta indo rápido demais. - ela disse, segurando forte o assento.
-Ninguém te diz como fazer seu trabalho, então não diga como fazer o meu. - respondeu olhando pelo espelho.
Ele quase deu um cavalo de pau ao dobrar na praça Tiradentes. Mas aí finalmente parou num sinal, bem perto do acostamento. Ela viu uma cara feliz colada no vidro de trás batendo várias vezes. Pensou em si, como era aquilo.
Não podia agüentar mais isso. Tudo bem que sua mãe estivesse mal, mas se tivesse com cheiro de bebida, ia ver. Se bem que ra o aniversário... Tinha no vidro na frente, grudado perto dos adesivos de pedágio, um escrito :
Sorria, voce esta sendo filmado. Procurou uma câmera mas não conseguiu ver, Também, as ruas escuras e o vidro fume não ajudaram muito.
A porta ao seu lado se abriu rapidamente. Um cara encapuzado entrou e fechou a porta.
-Oi, jorjão. - disse o cara para o motorista.
-Fala, rapaz. Fez a festa. - perguntou o motorista se virando. Um clec ecoou. Eram as portas sendo travadas Por ele.
-A grana eu já peguei, mas a festa começa agora.
Ela inspirou fundo para berrar, quando o encapuzado tampou rapidamente sua boca.
-Cala a boca, vadia. Só to pegando uma carona pra casa, beleza?
Ela continuava tentando berrar.
-Se você quiser berrar, vou ter que usar a for e te deixar desmaiada. Você quer isso?
HMMMMMM HMMMMMMMMM
-Você QUER isso? - apertando sua boca.
Ela relaxou. Por pior que fosse a situação, só ia se sair bem se se acalmasse. Aprendeu isso em casa. E também aprendera que devia ficar calma, pois estas situações a excitavam.
Ele foi soltando sua boca até ser por completo e ver que ela realmente relaxara.
-Fica aí numa boa que vai ser bem melhor pra você, ok?
-...Tudo bem. - respondeu, ainda se segurando.
-Passa a grana que você tem aí.
Ela se afastou dele, com um rosto de criança protegendo o brinquedo que seus pais vão tomar sabendo que vai ser pego de um jeito ou de outro.
-Lembra o que eu te disse. - falou ele, chegando mais perto e segurando com força a sua perna.
Ela sentiu claramente um flúido sendo soltado por seu útero. MERDA MERDA MERDA. Passou a bolsa para ele e foi feita a colheita. Sorte que ele não viu o vibrador que ela guardava no fundo, numa pequena bolsa de nécessaire. As v ezes, usava isso para se masturbar com clientes que a atraiam, seja pela beleza ou pela delicadeza. Como sentia falta da delicadeza... mas esta for... a excitava.
-E aí, pra onde agora?
-Bem, o marido dela pediu para leva-la para o Quinta'Dor.
-Então, vamos passar por lá e fazer uam festinha antes, não?
-Yeah...-disse o motorista estendendo a mão para trás e batendo na do amigo, qure não afrouxava a mão na coxa dela, ao contrário ia subindo aos poucos, para o desespero dela.
O pior era que o cara estava lembrando seu marido. Já tinham brincado de algo assim algumas vezes. Bem, várias. Pra falar a verdade, quase sempre que ela chegava ao orgasmo. Não queria assumir que ra mulher de malandro, mas era assim que ela ficava nestas situaçòes. Lembrava de uma vez que houve um assalto em um ônibus em sua adolescência. Ficou pensando naquele homem rústico e armado por anos.
Chegaram na quinta da boa vista. O motorista parou e abriua janela. Ela sentia que devia fazer algo, mas não conseguia. Ficava ali. Somente ali.
O motorista voltou com uma mulher em seu lugar e um travesti que entrou do lado dela. Era agora, pensou. Forçou a perna para sair, mas a mão do encapuzado e a força do travesti, que a olhou de cabo a rabo e assoviou, impediram.
O carro saiu a toda. Uma mão no volante e uma mão na calça, desabotoando. A mulher foi ajuda-lo a tirar a calça.
Foi a primeira vez que o encapuzado tirou a mão de sua perna. Mas logo a mão do travesti foi chegando nela. Ela foi evitando.
-Quem é a vagabunda?- o travesti perguntou.
A mulher da frente chupava o motorista e ele urrava de prazer. O travesti chegara a mão perto da vagina dela. O encapuzado já estava com o pau para fora.
-Vai, me chupa. - disse para Laila.
Ela cuspiu na cara dele, apesar de estar excitada como não fazia a anos.
Pararam perto da entrada do Zoológico. O encapuzado, puto da vida, puxou uma trinta e oito e pos perto de sua boca.
-Chupa isto então pra treinar.
Laila começou a chorar. PUTA QUE PARIU COMO NÃO QUERIA ESTAR COM TESAO DISSO QUE NOJO EU SOU NOJENTA.
-Se você não começar em cinco segundos, vou te dar uma coronhada.
NÃO POSSO NÃO POSSO MEU MARIDO UM ANO HOJE A SUA MAE -Um PUTA QUE PARIU VOU CHUPAR UMA ARMA ESTE PORRA VAI ME MATAR E EU QUERO FUDER COM ELE -Dois.
O travesti chegou a mão bem perto de seus pentelhos e começou a alisar.
-Cara, eu continuo?- perguntou o travesti para o motorista, que também olhava atentamente pelo retrovisor, nervoso. Mas LAILA não percebia isso.
Mil e um opensamentos por segundo, a maior parte tão pornográfico que tentava esconder pensando em seu marido, mas acabava voltando. E a arma ali na sua freente. Cheiro de pólvora recente, ela sentia.
Ela meteu a boca no cano. Chupou. Chupou com vontade.
-Cara, ela caiu na .... - falou o sujeito armado, quando ela chegou a arma para o lado e começou a berrar.
PUTAQUEPARIU VOU FUDER ATE AMORTE
Meteu a boca no pau do armado e enfiou a mão do traveco em sua buceta.
Começou a chupar com uma vontade de nunca vira. Sua buceta parecia uma cachoeira de tanto gozo saindo. Ela era uma puta mesmo.
-Para com isso. PARA! - berrava o encapuzado, tirando o capuz. Ela não viu, estava chupando, berrando, afundando a mão do travesti em si, que comeva a esquecer de seu roteiro e se levar pela putaria.
Luzes se acenderam de fora. Sentira elas acendendo. A porta se abriu e o chupado saiu correndo, fechando o zíper. Viu câmeras fora do carro.
Reconhecia agora , era um ator??
Viu a camera. Viu o ator tirando um microfone.
Começara a desmaiar.
...telegrama legal...realizar seus sonhos...ver o lado sujo....
acordou no Quinta'Dor. Estava numa cama de emergência. O ator ao lado, gemendo de dor por uma mordida que levara no pau.
-Amor?
-....?
-Porra, o que você fez?
-Como assim? Eu estava no táxi e...
-Eu sei, eu fiz o roteiro com o pessoal da equipe. Porra, amor, era somente um telegrama legal.
-Que?
-Era um telegrama legal. Era o seu presente de....
Ela levantou e esmurrou o marido. Depois, bgeijou-o e chupou todo o sangue do dente quebrado com gosto.
-Voce não devia ter feito isso, seu filha da puta.
-Por que? - disse ele, ainda grogue e sendo visto com espanto pelos plantonistas.
-Você vai ver quando sairmos daqui.
-Por que? Você vai ir embora de casa?
-Nào. Hoje não vamos para casa. Hoje vamos barbarizar. E acho que vai gostar.
-Mas, amor, eu so tenho olh.....
-Cala a boca e vamos. Eu sei o que você quer, seu filha da puta. Eu também.
Este telegrama legal nunca foi levado para o ar. Foi substituído por mais um daqueles onde varias mulheres de lingeries preparam uma situação com alguém, seja fazendo vídeos eróticos ou ensaio para modelo, mas este realmente foi um presente para o casal. Inesquecível. Para eles e outros que conheceram depois.
::Caim::
2002::
Zap TV
Laila saiu do trabalho. Ficou numa esquina da rua do Ouvidor onde havia movimento, onde sempre esperava seu namorado a buscar. Hoje iriam comemorar um ano de casados. O relacionamento não era tudo que esperava, mas o amava e por isso aceitava tudo que fazia, inclusive seus eternos atrasos para busca-la. Sempre dizia que era trabalho, mas ela sentia o cheiro de bebida e o perfume barato nele. Nem podia tomar um chope com as amigas da loja, porque ele a vira uma vez fazendo isso e os hematomas demoraram uma semana para ficarem menos óbvios em seu rosto e coxas.
Trim.
-Alô.
-Oi , amor? Tudo bem?
-Ta tudo bem. Você vai demorar muito para chegar?
-Olha, amor, minha mãe teve um problema e vou leva-la ao hospital agora.
Pega um táxi e se encontra com a gente no hospital.
-Mas hoje é nosso aniversário de....
-Porra, é minha mãe, caralho! O que você acha que eu tava fazendo? Comendo uma puta? Vai lá, te espero no Quinta'Dor.
-Tá, desculpa, eu só queria....
-Tá bom, porra. Eu chamei um táxi pra você já, ele deve estar chegando por aí agora. Isso é pra você não dizer que não penso em você.
-Brigado, amor.
-Ta bom, peraí, minha mãe ta gemendo de dor. Tchau, a gente se vê la.
Desligou.
Guardou um dinheiro no sutiã. O lugar era movimentado, mas não de todo seguro. Preferiu prevenir. Estava com cheiro de chuva, devia estar chovendo por perto.
O táxi chegou.
-Laila? - disse o motorista, abaixando o vidro fume.
-É.
-Pode entrar.
Um carro grande, não sabia qual, nunca entendeu muito disso. Entrou. O motorista era bem mal encarado, com uma barba por fazer e de boné. Era raro ver isso, um boné bem sujo e furado. Ele deu uma arrancada forte, correndo logo de saída uns cem quilômetros por hora, cortando todos os sinais fechados.
-Você ta indo rápido demais. - ela disse, segurando forte o assento.
-Ninguém te diz como fazer seu trabalho, então não diga como fazer o meu. - respondeu olhando pelo espelho.
Ele quase deu um cavalo de pau ao dobrar na praça Tiradentes. Mas aí finalmente parou num sinal, bem perto do acostamento. Ela viu uma cara feliz colada no vidro de trás batendo várias vezes. Pensou em si, como era aquilo.
Não podia agüentar mais isso. Tudo bem que sua mãe estivesse mal, mas se tivesse com cheiro de bebida, ia ver. Se bem que ra o aniversário... Tinha no vidro na frente, grudado perto dos adesivos de pedágio, um escrito :
Sorria, voce esta sendo filmado. Procurou uma câmera mas não conseguiu ver, Também, as ruas escuras e o vidro fume não ajudaram muito.
A porta ao seu lado se abriu rapidamente. Um cara encapuzado entrou e fechou a porta.
-Oi, jorjão. - disse o cara para o motorista.
-Fala, rapaz. Fez a festa. - perguntou o motorista se virando. Um clec ecoou. Eram as portas sendo travadas Por ele.
-A grana eu já peguei, mas a festa começa agora.
Ela inspirou fundo para berrar, quando o encapuzado tampou rapidamente sua boca.
-Cala a boca, vadia. Só to pegando uma carona pra casa, beleza?
Ela continuava tentando berrar.
-Se você quiser berrar, vou ter que usar a for e te deixar desmaiada. Você quer isso?
HMMMMMM HMMMMMMMMM
-Você QUER isso? - apertando sua boca.
Ela relaxou. Por pior que fosse a situação, só ia se sair bem se se acalmasse. Aprendeu isso em casa. E também aprendera que devia ficar calma, pois estas situações a excitavam.
Ele foi soltando sua boca até ser por completo e ver que ela realmente relaxara.
-Fica aí numa boa que vai ser bem melhor pra você, ok?
-...Tudo bem. - respondeu, ainda se segurando.
-Passa a grana que você tem aí.
Ela se afastou dele, com um rosto de criança protegendo o brinquedo que seus pais vão tomar sabendo que vai ser pego de um jeito ou de outro.
-Lembra o que eu te disse. - falou ele, chegando mais perto e segurando com força a sua perna.
Ela sentiu claramente um flúido sendo soltado por seu útero. MERDA MERDA MERDA. Passou a bolsa para ele e foi feita a colheita. Sorte que ele não viu o vibrador que ela guardava no fundo, numa pequena bolsa de nécessaire. As v ezes, usava isso para se masturbar com clientes que a atraiam, seja pela beleza ou pela delicadeza. Como sentia falta da delicadeza... mas esta for... a excitava.
-E aí, pra onde agora?
-Bem, o marido dela pediu para leva-la para o Quinta'Dor.
-Então, vamos passar por lá e fazer uam festinha antes, não?
-Yeah...-disse o motorista estendendo a mão para trás e batendo na do amigo, qure não afrouxava a mão na coxa dela, ao contrário ia subindo aos poucos, para o desespero dela.
O pior era que o cara estava lembrando seu marido. Já tinham brincado de algo assim algumas vezes. Bem, várias. Pra falar a verdade, quase sempre que ela chegava ao orgasmo. Não queria assumir que ra mulher de malandro, mas era assim que ela ficava nestas situaçòes. Lembrava de uma vez que houve um assalto em um ônibus em sua adolescência. Ficou pensando naquele homem rústico e armado por anos.
Chegaram na quinta da boa vista. O motorista parou e abriua janela. Ela sentia que devia fazer algo, mas não conseguia. Ficava ali. Somente ali.
O motorista voltou com uma mulher em seu lugar e um travesti que entrou do lado dela. Era agora, pensou. Forçou a perna para sair, mas a mão do encapuzado e a força do travesti, que a olhou de cabo a rabo e assoviou, impediram.
O carro saiu a toda. Uma mão no volante e uma mão na calça, desabotoando. A mulher foi ajuda-lo a tirar a calça.
Foi a primeira vez que o encapuzado tirou a mão de sua perna. Mas logo a mão do travesti foi chegando nela. Ela foi evitando.
-Quem é a vagabunda?- o travesti perguntou.
A mulher da frente chupava o motorista e ele urrava de prazer. O travesti chegara a mão perto da vagina dela. O encapuzado já estava com o pau para fora.
-Vai, me chupa. - disse para Laila.
Ela cuspiu na cara dele, apesar de estar excitada como não fazia a anos.
Pararam perto da entrada do Zoológico. O encapuzado, puto da vida, puxou uma trinta e oito e pos perto de sua boca.
-Chupa isto então pra treinar.
Laila começou a chorar. PUTA QUE PARIU COMO NÃO QUERIA ESTAR COM TESAO DISSO QUE NOJO EU SOU NOJENTA.
-Se você não começar em cinco segundos, vou te dar uma coronhada.
NÃO POSSO NÃO POSSO MEU MARIDO UM ANO HOJE A SUA MAE -Um PUTA QUE PARIU VOU CHUPAR UMA ARMA ESTE PORRA VAI ME MATAR E EU QUERO FUDER COM ELE -Dois.
O travesti chegou a mão bem perto de seus pentelhos e começou a alisar.
-Cara, eu continuo?- perguntou o travesti para o motorista, que também olhava atentamente pelo retrovisor, nervoso. Mas LAILA não percebia isso.
Mil e um opensamentos por segundo, a maior parte tão pornográfico que tentava esconder pensando em seu marido, mas acabava voltando. E a arma ali na sua freente. Cheiro de pólvora recente, ela sentia.
Ela meteu a boca no cano. Chupou. Chupou com vontade.
-Cara, ela caiu na .... - falou o sujeito armado, quando ela chegou a arma para o lado e começou a berrar.
PUTAQUEPARIU VOU FUDER ATE AMORTE
Meteu a boca no pau do armado e enfiou a mão do traveco em sua buceta.
Começou a chupar com uma vontade de nunca vira. Sua buceta parecia uma cachoeira de tanto gozo saindo. Ela era uma puta mesmo.
-Para com isso. PARA! - berrava o encapuzado, tirando o capuz. Ela não viu, estava chupando, berrando, afundando a mão do travesti em si, que comeva a esquecer de seu roteiro e se levar pela putaria.
Luzes se acenderam de fora. Sentira elas acendendo. A porta se abriu e o chupado saiu correndo, fechando o zíper. Viu câmeras fora do carro.
Reconhecia agora , era um ator??
Viu a camera. Viu o ator tirando um microfone.
Começara a desmaiar.
...telegrama legal...realizar seus sonhos...ver o lado sujo....
acordou no Quinta'Dor. Estava numa cama de emergência. O ator ao lado, gemendo de dor por uma mordida que levara no pau.
-Amor?
-....?
-Porra, o que você fez?
-Como assim? Eu estava no táxi e...
-Eu sei, eu fiz o roteiro com o pessoal da equipe. Porra, amor, era somente um telegrama legal.
-Que?
-Era um telegrama legal. Era o seu presente de....
Ela levantou e esmurrou o marido. Depois, bgeijou-o e chupou todo o sangue do dente quebrado com gosto.
-Voce não devia ter feito isso, seu filha da puta.
-Por que? - disse ele, ainda grogue e sendo visto com espanto pelos plantonistas.
-Você vai ver quando sairmos daqui.
-Por que? Você vai ir embora de casa?
-Nào. Hoje não vamos para casa. Hoje vamos barbarizar. E acho que vai gostar.
-Mas, amor, eu so tenho olh.....
-Cala a boca e vamos. Eu sei o que você quer, seu filha da puta. Eu também.
Este telegrama legal nunca foi levado para o ar. Foi substituído por mais um daqueles onde varias mulheres de lingeries preparam uma situação com alguém, seja fazendo vídeos eróticos ou ensaio para modelo, mas este realmente foi um presente para o casal. Inesquecível. Para eles e outros que conheceram depois.
::Caim::

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