:: CHInewsKI Online - Edição nº 46 - Rio de Janeiro, 22 de Agosto de
2002::
Atira
Acordou com o som da têmpora da velha ao seu lado explodindo.
Caralho, onde estava?, pensava. Ônibus. Serra. Serra Grajaú
Jacarepa... Mais um tiro. Desta vez acertaram um garoto sentado no
colo da mãe na cadeira de deficiente. Seu boné do Flamengo voou até o
motorista, que não olhava para nenhum dos lados. Por que ali, por que
ali?, repetia-se, se abaixando entre berros de desespero e oração.
Limpara os pedaços de .... não sabia o que era, mas limpava aquilo
com seu lenço encatarrado. Devia estar em pânico, sabia, mas não
conseguia.
O ônibus parara de repente, freada brusca. Tinha enchido a cara,
devia estar alucinado. Porque não voltou de táxi, porque não voltou
de táxi? Xingou alguém? Fez algo com alguém? Não lembrava... mas
lembrava de algo. Vomito.... mas onde?
Um sujeito com uma camiseta do programa “No Limite” e uma
bermuda do
Bad Boy, com o desenho de uma mão em cima da genital, entrara. Sim,
uma boa metralhadora na mão. Berrou como nunca fizera. Filho da puta,
por que não foi de táxi? Por que nunca lembrava de nada? Os outros
passageiros pararam de berrar e olhavam para aquele cabeludo
branquelo, com o rosto duplamente vermelho, de cor de raiva e de
sangue de uma velha. Um urro gutural. Parou. O sujeito, que também
estava parado olhando para ele, com a arma a postos de calar a boca
daquele playboy, falou para o cara ir pra frente. Um tiro de trás do
trocador veio na perna do nego, que caiu para o lado do pivetinho
morto, com a arma mirando para trás. Outra pessoa, provavelmente quem
ele procurava, estava usando o trocador de escudo humano. Grandes
merdas. O cara, caído, metralhou o trocador, o sujeito. Por que
fresquinho, já estava frio, que merda, vou estar gripado, morto, e
fudido, pensava.
Sem pensar, saiu correndo do ônibus. Ao lado do carro, haviam dois
carros parados fechando a estrada. Alguns negos encapuzados o
encaravam, mas também não sabiam o que fazer. Cochicharam algo e
riram apontado para ele. Filhas da puta, quem foi a filha da puta que
acabou com a escravidão: por que o nazismo não vingou? Foi pensando
nisso que correu em direção de um com toda a força de sue corpo e de
seu álcool. O sujeito, com a camisa do Kleber Bambam, ficou meio que
parado, apontando a arma para ele, e tentando atirar. Devia ter uns
quinze anos, percebeu enquanto mordia a jugular dele. Sentia um
prazer inigualável. Um dos negos amigos atirou em sua perna, pegando
só de raspão. Lembrou o que lera num livro do Fonseca: com um corpo
em movimento, só quatro em cada cem tiros acerta o alvo, e só um
deles em algum órgão vital.
Correu para o meio da favela. Via aquele amontoado de casas da
janela, mas nunca pensara que iria entrar em uma daquelas casas.
Corria pelos telhados. Caqralho, eu tenho que fazer algo pra me
salvar. Caralho, caralho, caralho!, pensava enquanto os tiros vinham
de trás. Uma sirene de polícia, pelo amor de Deus. Nada. Foi
correndo, tropeçando, machucando sua perna, mas nada pior que o tiro
de raspão.
Num telhado cinco casebres além da estrada, caiu. Um cachorro veio
lamber sua cara. Bonito, pensou, entre outros trinta e cinco
pensamentos simultâneos. Você é daqui?, perguntou um garoto de sete
anos que viera ver o que o cachorro tinha encontrado. Não. É de onde?
Não sei mais.
O garoto levou-o para dentro de seu quarto. O seu pai via o jogo do
Vasco enquanto a sua mãe fodia com um cara em um quarto. Melhor, em
um canto da sala, com uma cortina separando do marido. Se é que era o
marido. Ficara perdido em seus pensamentos enquanto via a mulher
trepar, até que o garoto voltara com um pano de chão, que achou que
era a camisa do Fluminense, amarrando-a em sua perna. Isso é para
você ficar melhor. Ai!, disse ao garoto apertar demais. Fica
tranqüilo, já fiz muito isso.
Escutou um blábláblá de pessoas chegando perto. Entrou mais e
esbarrou na mulher e no cara encima dela. Ei, espera sua vez,
gatinho, disse a mulher, metendo sua mão no peito cabeludo do rapaz
enquanto gemia. O cara acabou batendo nele ao invés da mulher, que
parecia gozar a cada porrada, pedindo mais.
Acho que você se meteu em merda, amigo, disse o garoto, segurando a
mão dele e sorrindo. Espera aí, o garoto estava colocando um três
oito na mão dele. Este retardado estava achando que ele era um
herói?! Não sei, mas ele o fez.
Os soldados da favela não entraram no barraco, viram pela entrada que
s~´o tinha um casal trepando, aparentemente, e um cara vendo o jogo.
Não deviam ter visto onde ele caiu.
Depois de uns dois minutos, tentando recuperar a consciência, o
garoto trouxe duas latas de cerveja. Enquanto eles não vierem, você
esta bem, disse para o cara, que ficou tremendo com a arma e a
cerveja na mão. Que merda está acontecendo? Acho que estão procurando
o Ronaldinho, ele tinha dedurado um pessoal daqui pros xis nove. Mas
acho que eles foram tentar fazer a limpa e deu merda. Sacou? Eu sou a
merda, não? Você é policial? Não que eu saiba. Você é um herói? Não.
Mas você tem que ser, pra encarar o cara como você fez, disse o
garoto com um olhar de frustração. Achei que você ia encarar eles.
Eles quem?, Perguntou o cara, já com medo de tudo que tinha visto em
suas partidas de Counter Strike.
Eles, disse o garoto, apontando para a rua. Por uma faixa estreita
entre os barracos, ele viu quatro sujeitos, com roupas diferentes dos
outros chegando montados em algo. Estavam com roupas de couro. Não,
roupas a prova de balas. Um tinha uma arma que mais parecia um
lançador de spray de algo. Outro com uma metralhadora bem moderna,
porém grande. Outro com uma bazuca, pelo que reconhecia de jogos,
caralho, não acreditava que estava vendo coisas de jogos ao vivo. E
outro com lança chamas, ou algo do estilo. Tentou ver o que era que
estava montado, e para isso foi chegando mais perto, andando por
entre os barracos, acompanhado pelo garoto e pelo cachorro.
As monatrias... eram homens. Homens parrudos, bem parrudos. Mas dois
dedles pareciam ter uma profundidade no crânio, bem no meio da testa.
Fundo . E outro que parecia conseguir ver tinha um rosto de retardado
mental. Eles desceram das... montarias, enquanto os homens que
cercaram o ônibus vinham falar com eles, com rostos de reverencia. Um
destes chegara atrás de um dos homens cavalos e começara a passar a
mão em seu rabo. Ele levantara a perna e abrira mais a abertura.
Caralho, eles estavam pelados! O cara começou a meter no outro ali no
meio da rua mesmo, enquanto esvaziavam o ônibus.
A mãe do garoto que morrera por acidente reclamara ao descer. Porque?
Porque ele?. Os homens montados fizeram sinal aos três cavalos que
não estavam ocupados e eles vieram para cima da mulher, na posição
bípede, inicialmente, enchendo-a de socos e pontapés, e depois... o
cara parara para vomitar ao ver os sujeitos que serviam de montaria
comendo a mulher ainda agonizando. Algumas pessoas dos barracos iam
para a janela e aplaudiam, outras pareciam que queriam tacar coisas
mas eram impedidas por outros moradores ou pelo próprio medo.
O garotinho empurrava-o para a frente durante o vômito. Vai, você tem
que acabar com eles. Olhou para o garoto. Seus olhos estavam
absolutamente vermelhos. Percebeu mais para trás uma lata de cola
perto da vasilha de água do cachorro. Para piorar, via o garoto na
mesma posição do cachorro. Você não vai?
Ah, meu filho, que você está fazendo. Gritou a mulher ainda nua, com
um pouco de porra escorrendo pelas suas coxas, ao olhar o filho e o
sujeito que nunca vira perto do acontecimento. Na estrada alguém
virara para ver o que era esta mulher berrando. O cara entrara
correndo, sem conseguir pensar uma linha de raciocínio são. A mulher
entrara e o vira na cama, ainda quente pelo resto da porra que não
estava em si. Que pedaço, hoje é meu dia de sorte, disse, ao começar
a estuprar o cara. Ele não podia reclamar muito, apesar do estado da
mulher, ela era bem atraente fisicamente. Um belo peito e uma bela
bunda. Gozara em menos de um minuto, ao escutar alguém se aproximar
da cama. Levantara a arma que estava em sua mão que ficara pendurada
ao lado da cama e atirara na cortina. Meu amor!, berrara a mulher,
indo socorrer o suposto marido.
AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Berrara o cara, correndo por entre os barracos, descendo ladeira
abaixo por onde nunca pensara. Vira que estava bem perto de casa.
Continuou a correr, escutando um barulho atrás, alguns de tiro,
escutando um berro que jurara que era do garoto, sem parar. Chegara
na depê que havia em sua rua e jogou-se lá dentro, com a calça ainda
aberta e gozada e com a perna ferida. Nenhum policial levara muito a
sério o que tinha dito, mas pode sair na manhã seguinte, quando seus
familiares conseguiram localiza-lo apos o sumiço.
::Caim::
2002::
Atira
Acordou com o som da têmpora da velha ao seu lado explodindo.
Caralho, onde estava?, pensava. Ônibus. Serra. Serra Grajaú
Jacarepa... Mais um tiro. Desta vez acertaram um garoto sentado no
colo da mãe na cadeira de deficiente. Seu boné do Flamengo voou até o
motorista, que não olhava para nenhum dos lados. Por que ali, por que
ali?, repetia-se, se abaixando entre berros de desespero e oração.
Limpara os pedaços de .... não sabia o que era, mas limpava aquilo
com seu lenço encatarrado. Devia estar em pânico, sabia, mas não
conseguia.
O ônibus parara de repente, freada brusca. Tinha enchido a cara,
devia estar alucinado. Porque não voltou de táxi, porque não voltou
de táxi? Xingou alguém? Fez algo com alguém? Não lembrava... mas
lembrava de algo. Vomito.... mas onde?
Um sujeito com uma camiseta do programa “No Limite” e uma
bermuda do
Bad Boy, com o desenho de uma mão em cima da genital, entrara. Sim,
uma boa metralhadora na mão. Berrou como nunca fizera. Filho da puta,
por que não foi de táxi? Por que nunca lembrava de nada? Os outros
passageiros pararam de berrar e olhavam para aquele cabeludo
branquelo, com o rosto duplamente vermelho, de cor de raiva e de
sangue de uma velha. Um urro gutural. Parou. O sujeito, que também
estava parado olhando para ele, com a arma a postos de calar a boca
daquele playboy, falou para o cara ir pra frente. Um tiro de trás do
trocador veio na perna do nego, que caiu para o lado do pivetinho
morto, com a arma mirando para trás. Outra pessoa, provavelmente quem
ele procurava, estava usando o trocador de escudo humano. Grandes
merdas. O cara, caído, metralhou o trocador, o sujeito. Por que
fresquinho, já estava frio, que merda, vou estar gripado, morto, e
fudido, pensava.
Sem pensar, saiu correndo do ônibus. Ao lado do carro, haviam dois
carros parados fechando a estrada. Alguns negos encapuzados o
encaravam, mas também não sabiam o que fazer. Cochicharam algo e
riram apontado para ele. Filhas da puta, quem foi a filha da puta que
acabou com a escravidão: por que o nazismo não vingou? Foi pensando
nisso que correu em direção de um com toda a força de sue corpo e de
seu álcool. O sujeito, com a camisa do Kleber Bambam, ficou meio que
parado, apontando a arma para ele, e tentando atirar. Devia ter uns
quinze anos, percebeu enquanto mordia a jugular dele. Sentia um
prazer inigualável. Um dos negos amigos atirou em sua perna, pegando
só de raspão. Lembrou o que lera num livro do Fonseca: com um corpo
em movimento, só quatro em cada cem tiros acerta o alvo, e só um
deles em algum órgão vital.
Correu para o meio da favela. Via aquele amontoado de casas da
janela, mas nunca pensara que iria entrar em uma daquelas casas.
Corria pelos telhados. Caqralho, eu tenho que fazer algo pra me
salvar. Caralho, caralho, caralho!, pensava enquanto os tiros vinham
de trás. Uma sirene de polícia, pelo amor de Deus. Nada. Foi
correndo, tropeçando, machucando sua perna, mas nada pior que o tiro
de raspão.
Num telhado cinco casebres além da estrada, caiu. Um cachorro veio
lamber sua cara. Bonito, pensou, entre outros trinta e cinco
pensamentos simultâneos. Você é daqui?, perguntou um garoto de sete
anos que viera ver o que o cachorro tinha encontrado. Não. É de onde?
Não sei mais.
O garoto levou-o para dentro de seu quarto. O seu pai via o jogo do
Vasco enquanto a sua mãe fodia com um cara em um quarto. Melhor, em
um canto da sala, com uma cortina separando do marido. Se é que era o
marido. Ficara perdido em seus pensamentos enquanto via a mulher
trepar, até que o garoto voltara com um pano de chão, que achou que
era a camisa do Fluminense, amarrando-a em sua perna. Isso é para
você ficar melhor. Ai!, disse ao garoto apertar demais. Fica
tranqüilo, já fiz muito isso.
Escutou um blábláblá de pessoas chegando perto. Entrou mais e
esbarrou na mulher e no cara encima dela. Ei, espera sua vez,
gatinho, disse a mulher, metendo sua mão no peito cabeludo do rapaz
enquanto gemia. O cara acabou batendo nele ao invés da mulher, que
parecia gozar a cada porrada, pedindo mais.
Acho que você se meteu em merda, amigo, disse o garoto, segurando a
mão dele e sorrindo. Espera aí, o garoto estava colocando um três
oito na mão dele. Este retardado estava achando que ele era um
herói?! Não sei, mas ele o fez.
Os soldados da favela não entraram no barraco, viram pela entrada que
s~´o tinha um casal trepando, aparentemente, e um cara vendo o jogo.
Não deviam ter visto onde ele caiu.
Depois de uns dois minutos, tentando recuperar a consciência, o
garoto trouxe duas latas de cerveja. Enquanto eles não vierem, você
esta bem, disse para o cara, que ficou tremendo com a arma e a
cerveja na mão. Que merda está acontecendo? Acho que estão procurando
o Ronaldinho, ele tinha dedurado um pessoal daqui pros xis nove. Mas
acho que eles foram tentar fazer a limpa e deu merda. Sacou? Eu sou a
merda, não? Você é policial? Não que eu saiba. Você é um herói? Não.
Mas você tem que ser, pra encarar o cara como você fez, disse o
garoto com um olhar de frustração. Achei que você ia encarar eles.
Eles quem?, Perguntou o cara, já com medo de tudo que tinha visto em
suas partidas de Counter Strike.
Eles, disse o garoto, apontando para a rua. Por uma faixa estreita
entre os barracos, ele viu quatro sujeitos, com roupas diferentes dos
outros chegando montados em algo. Estavam com roupas de couro. Não,
roupas a prova de balas. Um tinha uma arma que mais parecia um
lançador de spray de algo. Outro com uma metralhadora bem moderna,
porém grande. Outro com uma bazuca, pelo que reconhecia de jogos,
caralho, não acreditava que estava vendo coisas de jogos ao vivo. E
outro com lança chamas, ou algo do estilo. Tentou ver o que era que
estava montado, e para isso foi chegando mais perto, andando por
entre os barracos, acompanhado pelo garoto e pelo cachorro.
As monatrias... eram homens. Homens parrudos, bem parrudos. Mas dois
dedles pareciam ter uma profundidade no crânio, bem no meio da testa.
Fundo . E outro que parecia conseguir ver tinha um rosto de retardado
mental. Eles desceram das... montarias, enquanto os homens que
cercaram o ônibus vinham falar com eles, com rostos de reverencia. Um
destes chegara atrás de um dos homens cavalos e começara a passar a
mão em seu rabo. Ele levantara a perna e abrira mais a abertura.
Caralho, eles estavam pelados! O cara começou a meter no outro ali no
meio da rua mesmo, enquanto esvaziavam o ônibus.
A mãe do garoto que morrera por acidente reclamara ao descer. Porque?
Porque ele?. Os homens montados fizeram sinal aos três cavalos que
não estavam ocupados e eles vieram para cima da mulher, na posição
bípede, inicialmente, enchendo-a de socos e pontapés, e depois... o
cara parara para vomitar ao ver os sujeitos que serviam de montaria
comendo a mulher ainda agonizando. Algumas pessoas dos barracos iam
para a janela e aplaudiam, outras pareciam que queriam tacar coisas
mas eram impedidas por outros moradores ou pelo próprio medo.
O garotinho empurrava-o para a frente durante o vômito. Vai, você tem
que acabar com eles. Olhou para o garoto. Seus olhos estavam
absolutamente vermelhos. Percebeu mais para trás uma lata de cola
perto da vasilha de água do cachorro. Para piorar, via o garoto na
mesma posição do cachorro. Você não vai?
Ah, meu filho, que você está fazendo. Gritou a mulher ainda nua, com
um pouco de porra escorrendo pelas suas coxas, ao olhar o filho e o
sujeito que nunca vira perto do acontecimento. Na estrada alguém
virara para ver o que era esta mulher berrando. O cara entrara
correndo, sem conseguir pensar uma linha de raciocínio são. A mulher
entrara e o vira na cama, ainda quente pelo resto da porra que não
estava em si. Que pedaço, hoje é meu dia de sorte, disse, ao começar
a estuprar o cara. Ele não podia reclamar muito, apesar do estado da
mulher, ela era bem atraente fisicamente. Um belo peito e uma bela
bunda. Gozara em menos de um minuto, ao escutar alguém se aproximar
da cama. Levantara a arma que estava em sua mão que ficara pendurada
ao lado da cama e atirara na cortina. Meu amor!, berrara a mulher,
indo socorrer o suposto marido.
AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Berrara o cara, correndo por entre os barracos, descendo ladeira
abaixo por onde nunca pensara. Vira que estava bem perto de casa.
Continuou a correr, escutando um barulho atrás, alguns de tiro,
escutando um berro que jurara que era do garoto, sem parar. Chegara
na depê que havia em sua rua e jogou-se lá dentro, com a calça ainda
aberta e gozada e com a perna ferida. Nenhum policial levara muito a
sério o que tinha dito, mas pode sair na manhã seguinte, quando seus
familiares conseguiram localiza-lo apos o sumiço.
::Caim::

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