:: CHInewsKI Online - Edição nº 19 - Rio de Janeiro, 24 de julho de
2001 ::
ApoCaLiPsE NOw
A garota não parecia querer aprender mesmo. Já tinham repetido a mesma nota umas vinte vezes. Era um lá! Um lá! Era uma das notas mais fáceis. Como é que ela não conseguia? Acalmou-se olhando para o belo par de coxas dela. Ao ajeitar a perna de apoio, pode ver sua calcinha. Virgem, provavelmente.
Antes que fizesse alguma besteira, deu seu tradicional sorriso, que tanto o lhe deu fama, e disse que estava ótimo. Falou para treinar mais durante a semana e na semana que vem ele passaria uma música.
Ela o acompanhou até a sala, onde sua mãe anotava uma receita que Ana Marya Braga ensinava. Ao ver o rapaz de calça justa, desviou seu olhar da tevê, passando pelo pau duro do professor de guitarra e deu um sorriso.
Levantou-se e puxou conversa, enquanto ia pegar na bolsa os vinte reais da aula. Entregou-lhe o dinheiro, fazendo questão de segurar na mão dele. A mulher era jovem, devia ter uns trinta e poucos anos. Com certeza lembrava dele em seus bons tempos.
Na porta, a garota de quatorze anos fez questão de ir abraça-lo.
Ficara meio
sem graça de estar com o pau duro, mas ao sentir que ela apertara-o forte, pressionando seu pau em sua boceta, só deixou-o mais duro. Ah, quantas calcinhas ele já deixou molhadas só de estar por perto. Afastou a garota, que mais parecia querer ficar bolinando-o até sentir o primeiro prazer de sua vida, e desceu pelo elevador. O porteiro , como sempre, deu um sorriso irônico ao abrir a porta. Colocou seus óculos escuros e foi para o ponto de ônibus, esperar seu transporte de volta para Araçatuba.
Após uma espera de meia hora, veio um ônibus lotado. Entrou e mostrou uma nota de dez reais para o trocador. Sem troco. Tentou convencer a deixá-lo passar, garantia que ia pagar depois. Sem chance. Sentou-se no degrau até chegarem ao engarrafamento na marginal. Lá, comprou dois biscoitos Globo para trocar o dinheiro e entrou. O biscoito, já esfarelado, virou um polvilho só. Sujara sua jaqueta de couro original. Uma de suas poucas lembranças.
Uma mulher ao seu lado escutava walkman. Ricky Martin, livin' la vida louca.
Seu sangue subiu a cabeça. Fechou os olhos e lembrou de sua juventude sônica. O tempo voou assim, e quando viu já se tinha passado duas horas e três pontos de sua casa. Descera na entrada a favela. Reconheceu Ricardo, seu fornecedor. Deu a nota de dez reais que sobrara e comprara 100 gramas.
Como sempre, o moleque colocou a mão na cintura, e deu uma rebolada para se despedir. Até que gostava disso. Mesmo nesta área pobre, se sentia melhor que no centro. Lá as pessoas o conheciam e o apoiava.
Antes de ir para casa, resolveu parar numa birosca. Seu Jorge trouxe a Itaipava que tanto gostava, um copo e um cinzeiro. Pediu um maço de cigarros e pegou seu celular. A secretária avisara que seu agente estava ocupado.
Falou que era Afonso. Ela perguntara quem era, afinal. Insistira e ela passou para o ramal. Uma bola de meia bateu em seu copo, molhando toda sua jaqueta de cerveja. Levantou e ia tacar a bola num valão, quando seu agente atendeu. Sorriu e começou a conversar. Jogou a bola para os garotos, que brincaram com ele. "Ih, hoje ele ta p da vida! Hahahahah! ". Yuka, seu agente, insistira que fizesse um show em prol da clínica de reabilitação de um ex-companheiro de banda. "Eu quero que ele morra". "Mas é grana. E boa. E assim você vai voltar a aparecer na mídia, como ele.". "Vou pensar.", e desligou.
Duas cervejas depois, duas garotas da mesa ao lado vieram puxar conversa com ele. Falaram que sua mãe contava de como ele era famoso. Que uma delas foi concebida durante uma música de sua banda. Ficou deprimido, pagou a conta e foi para casa. Sua mãe já havia preparado o jantar. Descera de seu andar e fora comer. Pensou qe quase não fizera aquele andar para seus pais. Se não fosse isso, nem sabe onde moraria. O salário de seu pai não estava dando conta, e seus bicos não eram muito rentáveis. Já fazia mais de seis meses que não animava nenhuma festa de condomínio ou clube.
Subira e ligara a tevê. Passava Um Anjo Caiu do Céu. Viu Angélica. Ela era a mulher de sua vida. Abandonara-o quando começou a entrar nas drogas como o resto da banda. Se fudeu. Agora tem seu próprio drogado. Puxou seu bagulho e foi para a varanda. Estava tendo tiroteio na favela do lado. Sorte que seu bagulho já tinha acabado. Já pensara em ser pego drogado. Seu próprio agente o aconselhara isso. Dera certo para um companheiro seu,por que não para ele?
"Filho, telefone", gritou sua mãe do andar de baixo. Atendeu o telefone. Era Jéssica, sua aluna. Estava querendo saber se já estava tocando certo o lá.
Lembro de suas coxas. Sua respiração ofegante ao abraça-lo. Das putarias que participava. Disse que ela estava ótima. Conversaram mais um pouco e convenceu-a a dizer que ia estudar na casa de uma amiga para se encontrar num bar. Ela ficara excitada na hora, nunca tinha ido beber com um cara mais velho, ainda por cima seu professor famoso. Desligou. Seu ego estava nas alturas. Tomou banho e tentou colocar uma das roupas de sua época de sucesso. A calça não queria fechar. Encolheu a barriga de cerveja e fechou-a. Pegou cem reais de sua reserva de emergência. Só sobrara agora quatrocentos e cinqüenta reais.
Foi para Vila Mariana, para um bar que sempre ouvira falar, ClubClub. A garota estava na porta, com medo de ser barrada. Ela era alta e com corpo de mais idade. Conseguiram entrar e tomaram uma dezena de chopps. Ele soltara-se bastante na pista, tentando lembrar os velhos tempos. A garota já começava a se assanhar, com os olhos vermelhos de álcool e tesão. Sua bundinha dura se esfregava em seu pau, descaradamente duro na calça.
Parecia
mais um peru embalado a vácuo.
Algumas pessoas o reconheceram. Quando começara a ficar feliz com isso, começaram a rir de sua cara. Pediu duas doses de tequila. A garota já estava bêbada, mas parecia que só ia parar quando senti-se aquele pau sair do jeans direto para sua boca. Ele colocou sua mão em sua coxa e foi subindo. A expressão no rosto dela foi o suficiente. Pagou a conta no cartão de crédito e foram direto para um táxi. "O motel mais próximo". Pararam na frente do mais requintado motel da área . Ao ver os preços, resolveu andar dois quarteirões para um mais acessível. Viu em uma esquina um cara que parecia ter o que faltava para sua noite. Deu a grana pelo saquinho e foi mais leve para o motel. Ficaram num quarto bem vagabundo, somente cama e banheiro. A televisão só pegava televisão aberta. Nenhum canal erótico.
Abriram uma garrafinha de vodka. Ele brincou, falando que parecia que motéis eram habitados por anões, por ter tudo mínimo. Ela começou a rir e abrir sua calça. Nunca vira em seus anos de putaria com fãs uma garota chupar com tanta vontade como esta. Ele achou que ela pararia quando ele bateu em suas costas, mas não. Ela continuou a chupar, a engolir toda sua seiva quente.
Foi para o chuveiro, enquanto ela abria outra garrafa de vodka.
Preparara a droga na pia. Ela usara um pouco enquanto ele mijava.
Perguntou,
assustado, se ela já tinha feito isso. Ela disse que não tinha feito nem isso nem nada. Seu pau ficou mais rígido que nunca. Jogou-a no chão do banheiro e comeu-a ali mesmo. Era mais fácil limpar o sangue do azulejo do chão. A melhor trepada em anos, pensou. Ela berrava como um animal prestes a ser morto. Ele não quis saber. Parecia que ela gostara. "Come meu cu também, vai. Faz o trabalho completo.", disse ela, se arrastando para a cama, deixando uma trilha de gozo e sangue no chão. Ele não encontrou camisinha, então fora sem nada. A garota implorava para ele parar, mas ele não conseguia. Em sua cabeça vinha suas músicas de sucesso. Entrara em outra dimensão, até gozar.
Acordara de seu transe ao tirar o pau e sentir o cheiro de merda tomando o lugar. Um cheiro muito estranho, misturado a sangue. Ela estava caída na cama, imóvel. Mexeu nela e nada. Somente uns espasmos. Virou-a e viu seu olho virado e o nariz sangrando.
Bateram na porta. "Senhor, algum problema?", dizia o gerente, devido as reclamações dos quartos vizinhos. Afonso começava a entrar em pânico.
Parecia que o dominó de sua fica estava caindo, peça por peça. Pensou melhor e foi abrir a porta, ligando para o celular de seu agente. O gerente estava estático olhando: uma mulher desmaida na cama, sangue no chão, e duas fileiras de heroína na pia, em cima do menu.
O celular fora para a secretária eletrônica. "Alô, Yuka? Aqui é o Afonso.
Cara, estou de volta. Vou estar em todas as manchetes. E você vai ter que me tirar da prisão. To sem dinheiro até pra pagar o motel.". Desligou e virou-se rindo para o gerente, que ligava para a recepção pedindo ajuda médica. Rindo, não. Gargalhando. Agora ia voltar ao seu lugar.
:: caim ::
2001 ::
ApoCaLiPsE NOw
A garota não parecia querer aprender mesmo. Já tinham repetido a mesma nota umas vinte vezes. Era um lá! Um lá! Era uma das notas mais fáceis. Como é que ela não conseguia? Acalmou-se olhando para o belo par de coxas dela. Ao ajeitar a perna de apoio, pode ver sua calcinha. Virgem, provavelmente.
Antes que fizesse alguma besteira, deu seu tradicional sorriso, que tanto o lhe deu fama, e disse que estava ótimo. Falou para treinar mais durante a semana e na semana que vem ele passaria uma música.
Ela o acompanhou até a sala, onde sua mãe anotava uma receita que Ana Marya Braga ensinava. Ao ver o rapaz de calça justa, desviou seu olhar da tevê, passando pelo pau duro do professor de guitarra e deu um sorriso.
Levantou-se e puxou conversa, enquanto ia pegar na bolsa os vinte reais da aula. Entregou-lhe o dinheiro, fazendo questão de segurar na mão dele. A mulher era jovem, devia ter uns trinta e poucos anos. Com certeza lembrava dele em seus bons tempos.
Na porta, a garota de quatorze anos fez questão de ir abraça-lo.
Ficara meio
sem graça de estar com o pau duro, mas ao sentir que ela apertara-o forte, pressionando seu pau em sua boceta, só deixou-o mais duro. Ah, quantas calcinhas ele já deixou molhadas só de estar por perto. Afastou a garota, que mais parecia querer ficar bolinando-o até sentir o primeiro prazer de sua vida, e desceu pelo elevador. O porteiro , como sempre, deu um sorriso irônico ao abrir a porta. Colocou seus óculos escuros e foi para o ponto de ônibus, esperar seu transporte de volta para Araçatuba.
Após uma espera de meia hora, veio um ônibus lotado. Entrou e mostrou uma nota de dez reais para o trocador. Sem troco. Tentou convencer a deixá-lo passar, garantia que ia pagar depois. Sem chance. Sentou-se no degrau até chegarem ao engarrafamento na marginal. Lá, comprou dois biscoitos Globo para trocar o dinheiro e entrou. O biscoito, já esfarelado, virou um polvilho só. Sujara sua jaqueta de couro original. Uma de suas poucas lembranças.
Uma mulher ao seu lado escutava walkman. Ricky Martin, livin' la vida louca.
Seu sangue subiu a cabeça. Fechou os olhos e lembrou de sua juventude sônica. O tempo voou assim, e quando viu já se tinha passado duas horas e três pontos de sua casa. Descera na entrada a favela. Reconheceu Ricardo, seu fornecedor. Deu a nota de dez reais que sobrara e comprara 100 gramas.
Como sempre, o moleque colocou a mão na cintura, e deu uma rebolada para se despedir. Até que gostava disso. Mesmo nesta área pobre, se sentia melhor que no centro. Lá as pessoas o conheciam e o apoiava.
Antes de ir para casa, resolveu parar numa birosca. Seu Jorge trouxe a Itaipava que tanto gostava, um copo e um cinzeiro. Pediu um maço de cigarros e pegou seu celular. A secretária avisara que seu agente estava ocupado.
Falou que era Afonso. Ela perguntara quem era, afinal. Insistira e ela passou para o ramal. Uma bola de meia bateu em seu copo, molhando toda sua jaqueta de cerveja. Levantou e ia tacar a bola num valão, quando seu agente atendeu. Sorriu e começou a conversar. Jogou a bola para os garotos, que brincaram com ele. "Ih, hoje ele ta p da vida! Hahahahah! ". Yuka, seu agente, insistira que fizesse um show em prol da clínica de reabilitação de um ex-companheiro de banda. "Eu quero que ele morra". "Mas é grana. E boa. E assim você vai voltar a aparecer na mídia, como ele.". "Vou pensar.", e desligou.
Duas cervejas depois, duas garotas da mesa ao lado vieram puxar conversa com ele. Falaram que sua mãe contava de como ele era famoso. Que uma delas foi concebida durante uma música de sua banda. Ficou deprimido, pagou a conta e foi para casa. Sua mãe já havia preparado o jantar. Descera de seu andar e fora comer. Pensou qe quase não fizera aquele andar para seus pais. Se não fosse isso, nem sabe onde moraria. O salário de seu pai não estava dando conta, e seus bicos não eram muito rentáveis. Já fazia mais de seis meses que não animava nenhuma festa de condomínio ou clube.
Subira e ligara a tevê. Passava Um Anjo Caiu do Céu. Viu Angélica. Ela era a mulher de sua vida. Abandonara-o quando começou a entrar nas drogas como o resto da banda. Se fudeu. Agora tem seu próprio drogado. Puxou seu bagulho e foi para a varanda. Estava tendo tiroteio na favela do lado. Sorte que seu bagulho já tinha acabado. Já pensara em ser pego drogado. Seu próprio agente o aconselhara isso. Dera certo para um companheiro seu,por que não para ele?
"Filho, telefone", gritou sua mãe do andar de baixo. Atendeu o telefone. Era Jéssica, sua aluna. Estava querendo saber se já estava tocando certo o lá.
Lembro de suas coxas. Sua respiração ofegante ao abraça-lo. Das putarias que participava. Disse que ela estava ótima. Conversaram mais um pouco e convenceu-a a dizer que ia estudar na casa de uma amiga para se encontrar num bar. Ela ficara excitada na hora, nunca tinha ido beber com um cara mais velho, ainda por cima seu professor famoso. Desligou. Seu ego estava nas alturas. Tomou banho e tentou colocar uma das roupas de sua época de sucesso. A calça não queria fechar. Encolheu a barriga de cerveja e fechou-a. Pegou cem reais de sua reserva de emergência. Só sobrara agora quatrocentos e cinqüenta reais.
Foi para Vila Mariana, para um bar que sempre ouvira falar, ClubClub. A garota estava na porta, com medo de ser barrada. Ela era alta e com corpo de mais idade. Conseguiram entrar e tomaram uma dezena de chopps. Ele soltara-se bastante na pista, tentando lembrar os velhos tempos. A garota já começava a se assanhar, com os olhos vermelhos de álcool e tesão. Sua bundinha dura se esfregava em seu pau, descaradamente duro na calça.
Parecia
mais um peru embalado a vácuo.
Algumas pessoas o reconheceram. Quando começara a ficar feliz com isso, começaram a rir de sua cara. Pediu duas doses de tequila. A garota já estava bêbada, mas parecia que só ia parar quando senti-se aquele pau sair do jeans direto para sua boca. Ele colocou sua mão em sua coxa e foi subindo. A expressão no rosto dela foi o suficiente. Pagou a conta no cartão de crédito e foram direto para um táxi. "O motel mais próximo". Pararam na frente do mais requintado motel da área . Ao ver os preços, resolveu andar dois quarteirões para um mais acessível. Viu em uma esquina um cara que parecia ter o que faltava para sua noite. Deu a grana pelo saquinho e foi mais leve para o motel. Ficaram num quarto bem vagabundo, somente cama e banheiro. A televisão só pegava televisão aberta. Nenhum canal erótico.
Abriram uma garrafinha de vodka. Ele brincou, falando que parecia que motéis eram habitados por anões, por ter tudo mínimo. Ela começou a rir e abrir sua calça. Nunca vira em seus anos de putaria com fãs uma garota chupar com tanta vontade como esta. Ele achou que ela pararia quando ele bateu em suas costas, mas não. Ela continuou a chupar, a engolir toda sua seiva quente.
Foi para o chuveiro, enquanto ela abria outra garrafa de vodka.
Preparara a droga na pia. Ela usara um pouco enquanto ele mijava.
Perguntou,
assustado, se ela já tinha feito isso. Ela disse que não tinha feito nem isso nem nada. Seu pau ficou mais rígido que nunca. Jogou-a no chão do banheiro e comeu-a ali mesmo. Era mais fácil limpar o sangue do azulejo do chão. A melhor trepada em anos, pensou. Ela berrava como um animal prestes a ser morto. Ele não quis saber. Parecia que ela gostara. "Come meu cu também, vai. Faz o trabalho completo.", disse ela, se arrastando para a cama, deixando uma trilha de gozo e sangue no chão. Ele não encontrou camisinha, então fora sem nada. A garota implorava para ele parar, mas ele não conseguia. Em sua cabeça vinha suas músicas de sucesso. Entrara em outra dimensão, até gozar.
Acordara de seu transe ao tirar o pau e sentir o cheiro de merda tomando o lugar. Um cheiro muito estranho, misturado a sangue. Ela estava caída na cama, imóvel. Mexeu nela e nada. Somente uns espasmos. Virou-a e viu seu olho virado e o nariz sangrando.
Bateram na porta. "Senhor, algum problema?", dizia o gerente, devido as reclamações dos quartos vizinhos. Afonso começava a entrar em pânico.
Parecia que o dominó de sua fica estava caindo, peça por peça. Pensou melhor e foi abrir a porta, ligando para o celular de seu agente. O gerente estava estático olhando: uma mulher desmaida na cama, sangue no chão, e duas fileiras de heroína na pia, em cima do menu.
O celular fora para a secretária eletrônica. "Alô, Yuka? Aqui é o Afonso.
Cara, estou de volta. Vou estar em todas as manchetes. E você vai ter que me tirar da prisão. To sem dinheiro até pra pagar o motel.". Desligou e virou-se rindo para o gerente, que ligava para a recepção pedindo ajuda médica. Rindo, não. Gargalhando. Agora ia voltar ao seu lugar.
:: caim ::

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