:: CHInewsKI Online - Edição nº 27 - Rio de Janeiro, 3 de outubro de
2001::
Estuprando Freiras
Jorge e Lud estavam passeando na UERJ. Ele era nada mais que um cara
quieto
com suas pirações internas, e ela uma patricinha de Nova Iguaçu metida a
gótica. Seu namorada andava pelas ruas com um "Tchaco", aqueles dois
pedaços
de metal ligados com uma corrente, e ela com um aparelho daqueles de
choque.
As vezes ela eletrocutava por alguns segundos seu clitóris, falava que
dava
um prazer descomunal.
Ele, um bom fã de revistas e de seriados de ficção científica, conseguia
dialogar com ela sobre os assuntos bizarros dela. Seu fanatismo por
Marilyn
Manson era algo que ele preferia ignorar. Seu clipe preferido era um
do Nine
Inch Nnails proibido em quase todos os países, onde havia uma biópsia do
escroto de um sujeito vivo sem sedativos.
Mesmo assim, ele continuava apaixonado por ela. Ele, um reles morador de
Realengo, duro até a morte, de um metro e sessenta, fã de Britney Spears e
Five ,apaixonado por uma loira de um metro e noventa que usava botas
militares e andava de sobretudo em um Sol de 40 graus. Não entendia, nem
queria entender. Queria era traçar auqela loira, custasse o que fosse.
O clima sempre era daqueles bem à la seriado, onde várias vezes ele sentia
que ia rolar algo, mas acontecia algo : o celular tocava e era seu
namorado,
ou algum amigo vinha atrapalhar seus planos. Ele planejava meticulosamente
tudo para a hora de seu bote, mas sempre acontecia algo muito
inesperado que
não podia controlar. No dia em que mais chegara perto, no carro dela, no
estacionamento da faculdade, quando estava indo beija-la, um outro carro
guiado por um bêbado vindo do Loreninha bateu com o carro parado e quebrou
todo o encanto que ele demorara a tarde e o começo da noite para fazer.
Agora, andavam pela UERJ, explorando-ª O famoso anfiteatro Adolfo Filho
estava em obras. Após ficar sentados muito tempo no muro a frente da
entrada
principal do teatro, viram que ninguém entrava ou saía. Ela questionou
como
deveria ser o teatro. Calouros, nunca puderam ver o teatro por dentro. E
ele, tomado pelo impulso misto de medo e adrenalina, entrou e a chamou.
Não parecia haver ninguém por ali mesmo. O hall do teatro era enorme. Já
estava pronto, aparentemente. Viram um vulto parecido com um segurança na
porta. Correram para o teatrão, em si. O lugar era enorme, mais ainda
vazio
como estava. Ele, com o sangue correndo enlouquecido em seu cérebro,
correu
para o palco. Ela se sentou numa cadeira. Ainda sem conseguir raciocinar
direito, ele começou a cantar uma das músicas preferidas dela, "I
wanna fuck
you like na animal, i wanna feel you from the inside". Ela sorria e
aplaudia. Ele sentia que ela devia estar começando a sentir o tesão que
queria. Percebeu que a entrada para o backstage estava aberto. Chamou-a e
entraram. Ela, sem nem perceber, segurava as vezes sua mão ao correr.
Subiram uma escada suja de poeira e foram parar num tipo de camarote. A
visão dali era linda. Imaginaram se aquilo estivesse lotado. Ele sentou no
chão e ela foi para seu colo. Era a hora. Fez cafuuné. Nenhuma reclamação,
até o contrário. Quando começava a ajeitar seu cabelo, ela levantou-se e
falou para descerem. Ele, puto da vida, seguiu-a escutando histórias
sobre a
construção da faculdade. Aquele lugar era uma favela que fora tomada na
ditadura, ao custo de muito sangue, apesar de falarem que somente
"transferiram" os favelados. Provavelmente para o Caju. Ou para debaixo da
faculdade, ela pensava. E era isso que ela queria ver.
Havia uma escada para baixo no fim de um corredor empoeirado. Desceram os
degraus de pedra e chegaram aonde deveria estar sendo feito camarins.
Ainda
estavam em pedra. Pedaços de madeira, serras elétricas ,picaretas e
martelos
estavam jogados no chão dos "quartos". Ela pegara uma das serras e tentava
ligar. Meio que desequilibrada, conseguiu ligar, mas a serra voara de sua
mão, em direção de Jorge, que quase tivera um ataque cardíaco. Havia
algo de
errado ali. Ela ria sadicamente com o canto de sua boca. Sentara no chão e
pegara um baseado que levava.
Ele nunca vira ela fumando, mesmo após cinco meses tão próximos que a
maior
parte da turma achavam que estavam tendo um caso. Nem cigarro fumava, mas
fumou um pouco para mostrar pra ela que podia. Ela, fascinada com o lugar,
dizia que sentia espíritos ali. Vinha com aquele tradicional papo feminino
de ser médium, etc e baboseira e tal. O barulho da serra ainda parecia
ecoar
no quarto. Ele olhava para o instrumento, menos assustado. Esta porra faz
efeito mesmo, pensou.
Um som abafado parecia vir do corredor. Ela deu uma grande tragada no
bagulho e se levantou. Jorge sentira um medo, mas que estava cercado pela
onda. Ela pegou sua mão e puxou-o correndo para ver o que era. Um
pouco dele
lutava para não correrem, mas só de sentir sua mão suada puxando-o,
deixou-se levar.
Havia uma pequena escada no fim de um quarto, que parecia ser uma pequena
copa. Uma daquelas escadas de esgoto mesmo. Havia um som dali, sem
sombra de
dúvida. Distante, mas havia. A coragem dela ao ver que era realmente real
parecia se esvair. Ele começava a querer ver. Era o lado dele de "ir onde
nenhum homem jamais esteve" falando. Lembrou de sua primeira aula de
economia e de seu professor falando que somente quem se arriscou a fazer o
que os outros não fizeram conseguia ser algo no mundo.
Puxou-a para a escada. Ela parecia estar estasiada de medo e tesão ao
mesmo
tempo. Ele descia calmamente os degraus, levantando sujeira, e ela tentava
resistir. Agora era a vez dele, pensou. Ela tentava pegar o maço de
cigarros
com a outra mão, trêmula. Ele o pegou e desceu de vez. Ela ficou
choramingando um pouco mas desceu. O jogo havia mudado. O lugar não tinha
luz nenhuma, somente a luz que vinha de cima. Havia um pouco de água
em suas
botas (sorte estarem com elas), escutavam o barulho ao pisar. Ela o
abraçou
e ele colocou um braço bem apertado em sua cintura, bem no começou de sua
bunda. Ela não tinha muito corpo, mas seu pau endureceu imediatamente com
isso. Sentiu que ela também estava fervendo, e não era pela roupa
negra que
usava. Ela naturalmente se apertou a ele e pôde (finalmente!) sentir sua
buceta quente de nervosismo.
Ela pegou um fósforo e acendeu. Foi o maior minuto que já passaram. Podiam
ver claramente, um pouco mais distante deles, que haviam dois negros sem
camisa, talvez da obra, ao redor de uma mulher com uma roupa de freira.
Jorge viu(sentiu) o peito virginal da freira com todos os poros arrepiados
sendo mamado por um dos negros, que usava uma mão para melhor posiciona-lo
em sua boca, e outra na boca da freira. Não estava exatamente tapando-a,
haviam dois dedos que estavam dentro. Ela também não parecia querer
berrar,
parecia mais estar... gemendo. Gemendo prazeirosamente. O outro negro
estava
deitado no chão(filete) de água com a calça arriada, mostrando sua bunda
enquanto afundava seu rosto na vagina da mulher. Os três pareciam dançar,
rebolar, seguir uma música. Devia ser o tesão deles mesmo.
A luz tremia seguindo o medo de Lud. OS dois estavam bem apertados um
com o
outro. Ela sentia claramente o membro firme de Jorge. Um som de
correntes e
quase...uma música vinda delas. Que correntes? Não haviam correntes,
percebeu.
Ai, ela exclamou, com o fósforo queimando em seus dedos. Os dois negros
pararm e olharam para os dois jovens congelados a alguns metros deles. O
fósforo caiu na água, mas neste poucos segundos, eles viram claramente
que o
negro afundado na água se virava e rastejava para eles. Seus olhos
eram...sem expressão... pareciam estar ali somente pelo sexo. Lud deu um
berro ao tudo ficar escuro e deixou a caixa com os fósforos cair também.
Escutaram o plec. Quando ela ia começar a berrar por socorro, Jorge tampou
sua boca com uma firmeza que não lembrava nunca de ter sentido. Estava
tudo
silencioso, mas algumas vezes juravam que sentiam uma respiração ou um
passar de mão por perto. Ainda estavam um pouco iluminados, mas não o
suficiente para verem onde os negros estavam estuprando as freiras.
Jorge tirou a mão da boca de Lud e vendo que ela ia começar a berrar, fez
algo que nunca fizera, enfiara sua mão entre suas calças. Ela calou e o
agarrou. Começaram a se beijar freneticamente. Tirando as roupas. Ele
somente abriu seu zíper, pos o pau pra fora, jogou-a na água e começou a
transar. Jurava que cada vez que ela gemia, escutava o gemido de uma voz
fraca. A voz da freira. Ela sentia outras mãos em seu corpo, como se o
negro
que se arrastou estivesse participando. Após três minutos, ambos gozaram
simultaneamente berrando. Jorge se jogou na água e caiu em cima dos
fósforos. Pegou-os e colocou em sua barriga, enquanto respirava.
Recuperara
a consciência e estava tentando ver o que fizeram e o que viram. Ela
pegara
o fósforo e foi tentando acender um a um. No peníltimo, conseguiu acender.
Colocou na direção do rosto de Jorge e nem olharam para trás.
Continuaram a
transar. Uma após a outra. E sem olhar para trás, mas certos de que algo
estava ali. Participando.
Depois de mais de uma hora no chão, resolveram sair dali. As roupas
fedendo
a água suja e a gozo. De cima da escada, Lud ainda tentou olhar para trás
mas não conseguiu ver nada. Mas jurou que conseguiu escutar um tchau
regogizado.
::caim::
2001::
Estuprando Freiras
Jorge e Lud estavam passeando na UERJ. Ele era nada mais que um cara
quieto
com suas pirações internas, e ela uma patricinha de Nova Iguaçu metida a
gótica. Seu namorada andava pelas ruas com um "Tchaco", aqueles dois
pedaços
de metal ligados com uma corrente, e ela com um aparelho daqueles de
choque.
As vezes ela eletrocutava por alguns segundos seu clitóris, falava que
dava
um prazer descomunal.
Ele, um bom fã de revistas e de seriados de ficção científica, conseguia
dialogar com ela sobre os assuntos bizarros dela. Seu fanatismo por
Marilyn
Manson era algo que ele preferia ignorar. Seu clipe preferido era um
do Nine
Inch Nnails proibido em quase todos os países, onde havia uma biópsia do
escroto de um sujeito vivo sem sedativos.
Mesmo assim, ele continuava apaixonado por ela. Ele, um reles morador de
Realengo, duro até a morte, de um metro e sessenta, fã de Britney Spears e
Five ,apaixonado por uma loira de um metro e noventa que usava botas
militares e andava de sobretudo em um Sol de 40 graus. Não entendia, nem
queria entender. Queria era traçar auqela loira, custasse o que fosse.
O clima sempre era daqueles bem à la seriado, onde várias vezes ele sentia
que ia rolar algo, mas acontecia algo : o celular tocava e era seu
namorado,
ou algum amigo vinha atrapalhar seus planos. Ele planejava meticulosamente
tudo para a hora de seu bote, mas sempre acontecia algo muito
inesperado que
não podia controlar. No dia em que mais chegara perto, no carro dela, no
estacionamento da faculdade, quando estava indo beija-la, um outro carro
guiado por um bêbado vindo do Loreninha bateu com o carro parado e quebrou
todo o encanto que ele demorara a tarde e o começo da noite para fazer.
Agora, andavam pela UERJ, explorando-ª O famoso anfiteatro Adolfo Filho
estava em obras. Após ficar sentados muito tempo no muro a frente da
entrada
principal do teatro, viram que ninguém entrava ou saía. Ela questionou
como
deveria ser o teatro. Calouros, nunca puderam ver o teatro por dentro. E
ele, tomado pelo impulso misto de medo e adrenalina, entrou e a chamou.
Não parecia haver ninguém por ali mesmo. O hall do teatro era enorme. Já
estava pronto, aparentemente. Viram um vulto parecido com um segurança na
porta. Correram para o teatrão, em si. O lugar era enorme, mais ainda
vazio
como estava. Ele, com o sangue correndo enlouquecido em seu cérebro,
correu
para o palco. Ela se sentou numa cadeira. Ainda sem conseguir raciocinar
direito, ele começou a cantar uma das músicas preferidas dela, "I
wanna fuck
you like na animal, i wanna feel you from the inside". Ela sorria e
aplaudia. Ele sentia que ela devia estar começando a sentir o tesão que
queria. Percebeu que a entrada para o backstage estava aberto. Chamou-a e
entraram. Ela, sem nem perceber, segurava as vezes sua mão ao correr.
Subiram uma escada suja de poeira e foram parar num tipo de camarote. A
visão dali era linda. Imaginaram se aquilo estivesse lotado. Ele sentou no
chão e ela foi para seu colo. Era a hora. Fez cafuuné. Nenhuma reclamação,
até o contrário. Quando começava a ajeitar seu cabelo, ela levantou-se e
falou para descerem. Ele, puto da vida, seguiu-a escutando histórias
sobre a
construção da faculdade. Aquele lugar era uma favela que fora tomada na
ditadura, ao custo de muito sangue, apesar de falarem que somente
"transferiram" os favelados. Provavelmente para o Caju. Ou para debaixo da
faculdade, ela pensava. E era isso que ela queria ver.
Havia uma escada para baixo no fim de um corredor empoeirado. Desceram os
degraus de pedra e chegaram aonde deveria estar sendo feito camarins.
Ainda
estavam em pedra. Pedaços de madeira, serras elétricas ,picaretas e
martelos
estavam jogados no chão dos "quartos". Ela pegara uma das serras e tentava
ligar. Meio que desequilibrada, conseguiu ligar, mas a serra voara de sua
mão, em direção de Jorge, que quase tivera um ataque cardíaco. Havia
algo de
errado ali. Ela ria sadicamente com o canto de sua boca. Sentara no chão e
pegara um baseado que levava.
Ele nunca vira ela fumando, mesmo após cinco meses tão próximos que a
maior
parte da turma achavam que estavam tendo um caso. Nem cigarro fumava, mas
fumou um pouco para mostrar pra ela que podia. Ela, fascinada com o lugar,
dizia que sentia espíritos ali. Vinha com aquele tradicional papo feminino
de ser médium, etc e baboseira e tal. O barulho da serra ainda parecia
ecoar
no quarto. Ele olhava para o instrumento, menos assustado. Esta porra faz
efeito mesmo, pensou.
Um som abafado parecia vir do corredor. Ela deu uma grande tragada no
bagulho e se levantou. Jorge sentira um medo, mas que estava cercado pela
onda. Ela pegou sua mão e puxou-o correndo para ver o que era. Um
pouco dele
lutava para não correrem, mas só de sentir sua mão suada puxando-o,
deixou-se levar.
Havia uma pequena escada no fim de um quarto, que parecia ser uma pequena
copa. Uma daquelas escadas de esgoto mesmo. Havia um som dali, sem
sombra de
dúvida. Distante, mas havia. A coragem dela ao ver que era realmente real
parecia se esvair. Ele começava a querer ver. Era o lado dele de "ir onde
nenhum homem jamais esteve" falando. Lembrou de sua primeira aula de
economia e de seu professor falando que somente quem se arriscou a fazer o
que os outros não fizeram conseguia ser algo no mundo.
Puxou-a para a escada. Ela parecia estar estasiada de medo e tesão ao
mesmo
tempo. Ele descia calmamente os degraus, levantando sujeira, e ela tentava
resistir. Agora era a vez dele, pensou. Ela tentava pegar o maço de
cigarros
com a outra mão, trêmula. Ele o pegou e desceu de vez. Ela ficou
choramingando um pouco mas desceu. O jogo havia mudado. O lugar não tinha
luz nenhuma, somente a luz que vinha de cima. Havia um pouco de água
em suas
botas (sorte estarem com elas), escutavam o barulho ao pisar. Ela o
abraçou
e ele colocou um braço bem apertado em sua cintura, bem no começou de sua
bunda. Ela não tinha muito corpo, mas seu pau endureceu imediatamente com
isso. Sentiu que ela também estava fervendo, e não era pela roupa
negra que
usava. Ela naturalmente se apertou a ele e pôde (finalmente!) sentir sua
buceta quente de nervosismo.
Ela pegou um fósforo e acendeu. Foi o maior minuto que já passaram. Podiam
ver claramente, um pouco mais distante deles, que haviam dois negros sem
camisa, talvez da obra, ao redor de uma mulher com uma roupa de freira.
Jorge viu(sentiu) o peito virginal da freira com todos os poros arrepiados
sendo mamado por um dos negros, que usava uma mão para melhor posiciona-lo
em sua boca, e outra na boca da freira. Não estava exatamente tapando-a,
haviam dois dedos que estavam dentro. Ela também não parecia querer
berrar,
parecia mais estar... gemendo. Gemendo prazeirosamente. O outro negro
estava
deitado no chão(filete) de água com a calça arriada, mostrando sua bunda
enquanto afundava seu rosto na vagina da mulher. Os três pareciam dançar,
rebolar, seguir uma música. Devia ser o tesão deles mesmo.
A luz tremia seguindo o medo de Lud. OS dois estavam bem apertados um
com o
outro. Ela sentia claramente o membro firme de Jorge. Um som de
correntes e
quase...uma música vinda delas. Que correntes? Não haviam correntes,
percebeu.
Ai, ela exclamou, com o fósforo queimando em seus dedos. Os dois negros
pararm e olharam para os dois jovens congelados a alguns metros deles. O
fósforo caiu na água, mas neste poucos segundos, eles viram claramente
que o
negro afundado na água se virava e rastejava para eles. Seus olhos
eram...sem expressão... pareciam estar ali somente pelo sexo. Lud deu um
berro ao tudo ficar escuro e deixou a caixa com os fósforos cair também.
Escutaram o plec. Quando ela ia começar a berrar por socorro, Jorge tampou
sua boca com uma firmeza que não lembrava nunca de ter sentido. Estava
tudo
silencioso, mas algumas vezes juravam que sentiam uma respiração ou um
passar de mão por perto. Ainda estavam um pouco iluminados, mas não o
suficiente para verem onde os negros estavam estuprando as freiras.
Jorge tirou a mão da boca de Lud e vendo que ela ia começar a berrar, fez
algo que nunca fizera, enfiara sua mão entre suas calças. Ela calou e o
agarrou. Começaram a se beijar freneticamente. Tirando as roupas. Ele
somente abriu seu zíper, pos o pau pra fora, jogou-a na água e começou a
transar. Jurava que cada vez que ela gemia, escutava o gemido de uma voz
fraca. A voz da freira. Ela sentia outras mãos em seu corpo, como se o
negro
que se arrastou estivesse participando. Após três minutos, ambos gozaram
simultaneamente berrando. Jorge se jogou na água e caiu em cima dos
fósforos. Pegou-os e colocou em sua barriga, enquanto respirava.
Recuperara
a consciência e estava tentando ver o que fizeram e o que viram. Ela
pegara
o fósforo e foi tentando acender um a um. No peníltimo, conseguiu acender.
Colocou na direção do rosto de Jorge e nem olharam para trás.
Continuaram a
transar. Uma após a outra. E sem olhar para trás, mas certos de que algo
estava ali. Participando.
Depois de mais de uma hora no chão, resolveram sair dali. As roupas
fedendo
a água suja e a gozo. De cima da escada, Lud ainda tentou olhar para trás
mas não conseguiu ver nada. Mas jurou que conseguiu escutar um tchau
regogizado.
::caim::

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